O diretor da Alta Genetics no Brasil, Heverardo de Carvalho, afirma em comunicado que nos últimos anos o pecuarista tem percebido a necessidade de investir em melhoramento genético, fator que também colabora com o bom momento do mercado de carnes. “O mercado tem exigido animais precoces, terminados mais cedo, fêmeas e machos precoces, ou com alta produção de leite, e isso tudo depende de uma série de valores, dentre eles, uma boa genética”, diz.
De acordo com a Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), a expectativa é que o setor tenha fechado 2019 com 18 milhões de doses comercializadas, um crescimento de próximo de 17% em relação a 2018.
Até setembro, foram 11,5 milhões doses entregues, ante 9,7 milhões de doses no mesmo período do ano anterior. “Se as previsões se confirmarem, significa dizer que a Alta Genetics sozinha representou mais de 35% do mercado em 2019”, calcula a empresa.