O PIB do agronegócio deve ter um desempenho satisfatório, sobretudo da agropecuária, afirma um estudo do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Cepea/Esalq/USP).

A perspectiva positiva do instituto tem como base o dólar elevado, alta nos preços e produção para grandes culturas, como grãos, café e para os complexos das carnes. Contudo, a pesquisa alerta que devem pressionar o PIB para baixo as agroindústrias que dependem do mercado interno brasileiro, como a de móveis e as têxteis.

Impactos negativos sobre o PIB também podem vir das indústrias de laticínios, pelo maior valor agregado para um produto alimentar, e de biocombustíveis, pelo cenário extremamente crítico tanto por causa da fraca demanda interna durante o período de isolamento quanto devido à queda nos preços do petróleo.

O estudo avaliou ainda os impactos dos efeitos da pandemia de conoravírus sobre a situação do mercado de trabalho. Para o Cepea, o cenário pode ter queda, já que grande parte das ocupações refere-se a estabelecimentos de menor porte e de setores que provavelmente serão mais afetados pela crise. Entre eles, as atividades da horticultura, a floricultura, a produção de leite e indústria de laticínios, as indústrias de móveis e as relacionadas a vestuário.

 

A Nova Zelândia deu início à temporada de laticínios com um impulso impressionante, provavelmente contribuindo com uma quantidade substancial de oferta para o mercado, de acordo com a Westpac NZ.

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