A dona Irene cuida de um módulo com 55 vacas leiteiras. Ela fechou uma parceria com uma cooperativa da região porque não conseguiu se manter na atividade sozinha.

A dona Irene cuida de um módulo com 55 vacas leiteiras. Ela fechou uma parceria com uma cooperativa da região porque não conseguiu se manter na atividade sozinha. Agora a cooperativa entrega os animais e cobra um aluguel de 120 litros de cada vaquinha por mês. Ela só pode entregar o produto para a empresa parceira. Recebe R$ 1,60 por litro e mesmo assim têm dificuldades para manter o negócio.

Nessa parceria a produtora tem a vantagem de não se preocupar com os bezerros, que são levados pela cooperativa e retornam quando estiverem prontos para a produção. Produção que aumenta cerca de 10% com as baixas temperaturas.

O cenário do leite não é bom e muita gente está abandonado a atividade. É uma função que não dá folga. O médico veterinário explica que as vezes falta planejamento e às vezes falta conhecimento mesmo.

Para este especialista a tendência na região é de diminuir a quantidade de produtores e aumentar a produção daqueles que vão permanecer na atividade. Será preciso contratar mais gente para ajudar na produção e não sobrecarregar os empregados, quando a produção for maior que dois mil litros por dia.

Ele não acredita que o preço do leite pago ao produtor é o principal motivo para tanta desistência.

 

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Claro que nem preciso contar que por trás dessa agenda tem um nome bem conhecido, cujas aplicações renderão, com toda certeza, rios de dinheiro para o onipotente investidor da agenda da Organização das Nações Unidas, ONU – Bill Gates.  O que tem de bom aí para nós? Provavelmente nada, e muito embora a abordagem seja “vendida” como sustentável e boa para o planeta, temo que para nós, humanos, não seja assim tão maravilhoso o caminho trilhado.

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