Os estudantes visitaram fazenda e laticínio que trabalham de forma sustentável e conheceram as técnicas utilizadas
Acadêmicos de Tecnologia em Gestão do Agronegócio conheceram a rotina da Fazenda Boa Esperança e do Laticínio Ecológico, na região de Colinas do Tocantins (Foto: Arquivo Pessoal)
Acadêmicos do TO Graduado da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) do curso de Tecnologia em Gestão do Agronegócio, Polo de Colinas do Tocantins, realizaram uma visita técnica na Fazenda Boa Esperança e no Laticínio Ecológico, no último domingo, 24. Na ocasião, os 21 alunos puderam conhecer a prática da criação humanizada de bovinos e a produção sustentável de produtos lácteos, realizadas nos empreendimentos visitados.

Com o objetivo de proporcionar aos alunos a aplicabilidade dos conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula, a demanda da visita técnica surgiu para complementar o aprendizado da disciplina: Cadeias produtivas da carne, leite e derivados.

O acadêmico Wallef Ferreira de Oliveira acompanhou toda a visita e conta que foi uma experiência muito boa de aprendizado. “Chamou a atenção a maneira como é feita a rotação dos animais num espaço tão pequeno, de 19 hectares, e como ele consegue uma produção alta de leite diariamente”.

Wallef tem criação de frango de corte e falou sobre uma estratégia interessante que acredita poder adaptar para sua produção. “A parte de administrar o negócio achei bem interessante, pois trabalha visando as melhores épocas para produção e para valor da mercadoria”, completa.

Kátila Fernanda Noleto Dias, acadêmica do curso, destacou que “o produtor explicou sobre as estratégias de sustentabilidade que aplica na fazenda, desde a plantação para produzir a ração até a utilização do estrume do gado para adubar o pasto, tudo é feito por eles”. A acadêmica ainda mencionou sobre a abordagem acerca da importância de aliar a tecnologia para aumentar qualidade e eficácia na produção.

“A ordenha é totalmente mecânica, ele usa a tecnologia para identificar quando a vaca vai entrar no cio e para detectar mastite na vaca. Além disso, ele consegue controlar tudo por um aplicativo no telefone celular”, complementa.

A tutora presencial que acompanha a disciplina “Cadeias produtivas da carne, leite e derivados”, professora Luciana Pereira Nabute, acompanhou os acadêmicos em campo e conta que foram abordadas tanto questões relacionadas à prática, quanto à parte administrativa. “Na fazenda, foi relatado todo o processo da alimentação dos animais, o processo de retirada do leite.

Conhecemos também a parte do campo com a produção da forragem dividida em piquetes e, por fim, conhecemos o processo de produção dos derivados do leite no laticínio, além de aprender sobre a parte administrativa de como começar com foco na bovinocultura de leite”, relatou.

Ingergleice Machado de Oliveira Abreu é a professora que ministra a disciplina e comenta que a visita foi uma oportunidade para os acadêmicos conhecerem de perto a realidade de vários elos da cadeia produtiva de leite. “É importante trabalhar de forma sustentável e visando as demandas de mercado dos consumidores e, nessa ocasião, os alunos puderam conhecer os cuidados e o manejo no momento da ordenha.

No ambiente de produção de leite, conheceram o laticínio, o processo de produção dos derivados de leite, assim como a parte de mercado na comercialização dos produtos”.

Coordenadora do curso Tecnologia em Gestão do Agronegócio, Daisy Parente Dourado declarou que “a visita técnica possibilitou para os nossos alunos um momento de vivência da cadeia leiteira, área em que estão estudando neste semestre. O formato de gestão do empreendimento é modelo, principalmente por adotar medidas de sustentabilidade, tecnologia e inovação em seus processos, que vão desde a produção na propriedade até a comercialização dos produtos lácteos. Tudo isso, vai agregar muito na formação dos alunos”, arremata.

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