As importações brasileiras de derivados lácteos seguiram em queda em março, terceiro mês seguido de baixas. Quanto às exportações, também recuaram frente a fevereiro. Ainda assim, houve redução no déficit da balança comercial no mês.
LEITE
"As compras de leites em pó em março (que representaram 71,8% do total de produtos lácteos importados no mês) caíram 8,5% frente a fevereiro/24, totalizando 128,7 milhões de litros em equivalente leite"
De acordo com dados da Secex, foram adquiridos 179 milhões de litros em equivalente leite em março, volume 3,3% abaixo do registrado em fevereiro, mas ainda 14,4% maior que a quantidade importada no mesmo período do ano passado.

As compras de leites em pó em março (que representaram 71,8% do total de produtos lácteos importados no mês) caíram 8,5% frente a fevereiro/24, totalizando 128,7 milhões de litros em equivalente leite.

O volume desse produto importado do Uruguai, especificamente, caiu 18%. Já as importações de queijos, que participaram com 27,7% do total, avançaram 13,42% de fevereiro para março, somando 49,5 milhões de litros em equivalente leite no último mês. As informações também são da Secex.

Recuo na exportação

Quanto aos embarques de derivados lácteos, a queda foi de 11,9% de fevereiro para março, somando pouco mais de 15 milhões de litros em equivalente leite, ainda conforme dados da Secex. Essa queda na exportação foi influenciada principalmente pelos menores volumes de leite em pó e de leite condensado negociados no mercado internacional, que recuaram 28,1% e 86,6%, respectivamente, frente a fevereiro.

O principal responsável pela diminuição da exportação de leite em pó foi Cuba, país que comprou 27% a menos de um mês para o outro.

Em contrapartida, as vendas de creme de leite (que representaram 3% das exportações) aumentaram fortes 463,8% frente a fevereiro, totalizando 466,4 mil litros em equivalente leite. O volume embarcado de queijos (que representaram 21,1% das vendas totais) avançou 20,9% no mesmo comparativo.

Balança comercial

Em março, a balança comercial dos lácteos fechou com déficit de US$ 65,5 milhões, com leve melhora frente ao segundo mês do ano. Em volume, o déficit foi de aproximadamente 164,1 milhões de litros em equivalente leite, redução de 2,4% na mesma comparação.

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Conforme Petry, a fábrica de produtos lácteos será ampliada em mil metros quadrados. Além disso, receberá significativa inovação tecnológica na automatização da produção. Estão sendo adquiradas novos equipamentos com alta tecnologia que, entre outras coisas, farão o carregamento automatizado dos lácteos.

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