O executivo atuou como diretor de Planejamento de Laticínios e foi responsável pela aquisição de máquinas para produzir caixas de condensado, farinha láctea em lata e os cereais à base de milho em embalagens cartonadas.
Formado em administração, em 1968 iniciou no cargo de diretor de Planejamento do Laticínios Mococa
Formado em administração, em 1968 iniciou no cargo de diretor de Planejamento do Laticínios Mococa.
Na última sexta-feira (16) a Mococa se despediu do Sr. Leopoldo Barretto, neto de Dona Izabel, a fundadora da Mococa, o Sr. Leopoldo sempre acompanhou de perto a história de sucesso da tradicional empresa da família.

Formado em administração, em 1968 iniciou no cargo de diretor de Planejamento do Laticínios Mococa e passou quatro meses em Paris cursando o programa de Técnicas e Processamento em Laticínios. Neste período, o Sr. Leopoldo conheceu equipamentos franceses e retornou trazendo para a companhia a aquisição de um concentrador com capacidade de produzir até 120 mil caixas de condensado. Em 1986, a Tetra Pak propôs à Mococa o desenvolvimento de uma máquina especial para lançar leite condensado de caixinha e convidou o Sr. Leopoldo para visitar a sede da empresa na Suécia.

No ano de 1994, o Sr. Leopoldo viajou para a Holanda e adquiriu os equipamentos do tipo “drum dryer”, utilizados na produção de farinha láctea e cereais, que foram instalados na cidade de Arceburgo, Minas Gerais. No mesmo ano, a Mococa lançou no mercado brasileiro a farinha láctea em lata e os cereais à base de milho em embalagens cartonadas.

Cinco anos depois, quando a empresa foi vendida, o Sr. Leopoldo e a esposa Rita foram morar em uma fazenda com criação de gado, granja e produção de cogumelos. Depois de aposentado, ele continuou morando na fazenda, numa vida mais tranquila, até o fim.

Em nota, a Mococa agradeceu o trabalho do Sr. Leopoldo, que levou inovação, evolução e mudanças que contribuíram com a empresa. “Somos gratos pelo legado que deixou a nós. Os nossos mais sinceros sentimentos e pêsames aos familiares e amigos.” completou.

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Embora o vírus até agora não tenha mostrado nenhuma evidência genética de adquirir a capacidade de se espalhar de pessoa para pessoa, as autoridades de saúde pública estão monitorando de perto a situação da vaca leiteira como parte dos esforços gerais de preparação para a pandemia.

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