Um incremento de 10% na lucratividade do produtor de leite pode ser conseguido com a utilização de alfafa na alimentação de vacas leiteiras. O principal benefício da forrageira é a redução do uso de suplementação alimentar e aumento do número de animais por hectare.
O principal benefício da alfafa é a redução do uso de suplementação alimentar e aumento do número de animais por hectare.
O principal benefício da alfafa é a redução do uso de suplementação alimentar e aumento do número de animais por hectare.
Uma pesquisa desenvolvida na Embrapa Pecuária Sudeste comparou um sistema de produção de leite tradicional e outro com uso de alfafa.

No tradicional, as vacas foram alimentadas a pasto e concentrado no período das águas e silagem de milho e concentrado na época de seca. No experimento com alfafa, diminuiu-se a área de capim (Tanzânia) e a destinada à produção de milho para silagem. A única interferência foi a introdução dessa leguminosa.

Sempre antes de receberem a suplementação, tanto pela manhã, quanto à tarde, os animais eram levados ao pastejo na alfafa, para estimular o consumo dessa forrageira. Dessa forma, foi possível reduzir da dieta a utilização de farelo de soja na época da seca e eliminar esse concentrado durante o período das águas. De acordo com o pesquisador Oscar Tupy, mesmo com um maior número de vacas no sistema que utilizou a alfafa, o consumo de concentrado e de silagem de milho foi reduzido na dieta.

Para Reinaldo Ferreira, pesquisador que trabalha com melhoramento de alfafa, isso se deve ao potencial proteico desta leguminosa. Outro aspecto destacado por Ferreira é que o custo de formação de uma nova área com alfafa, que geralmente é elevado, deve ser dividido em três anos, tempo de vida útil de um alfafal. Ainda, a leguminosa serve de adubo para a próxima cultura cultivada, contribuindo com cerca de 100 kg/ha de Nitrogênio.

No entanto, a alfafa é uma forrageira exigente. A planta requer calagem, adubação de plantio e de manutenção, irrigação e controle de plantas daninhas. Para isso, o produtor terá que investir em irrigação e mão de obra para manutenção da área.

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Embora o vírus até agora não tenha mostrado nenhuma evidência genética de adquirir a capacidade de se espalhar de pessoa para pessoa, as autoridades de saúde pública estão monitorando de perto a situação da vaca leiteira como parte dos esforços gerais de preparação para a pandemia.

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