Para aprofundar ainda mais essa conexão entre saúde cerebral e laticínios, a equipe analisou dados de mais de 1,5 mil participantes em Tóquio, com idade igual ou superior a 65 anos
Os resultados sugerem que o consumo de laticínios, especialmente queijo, pode estar associado a um menor risco de demência, conforme apontado pelos cientistas.
Além das recomendações já conhecidas, como manter uma rotina ativa, uma dieta saudável e evitar o tabagismo para preservar a saúde cerebral durante o envelhecimento, cientistas no Japão encontraram um novo aliado: o queijo.

Os pesquisadores japoneses acompanharam mais de 1,5 mil pessoas com mais de 65 anos, observando seus hábitos alimentares, e descobriram que aqueles que consumiam queijo regularmente tendiam a se sair melhor em testes cognitivos.

Os resultados sugerem que o consumo de laticínios, especialmente queijo, pode estar associado a um menor risco de demência, conforme apontado pelos cientistas.

Embora ainda seja necessário realizar mais estudos para confirmar esses resultados, os pesquisadores destacam que o queijo pode conter nutrientes benéficos que promovem a função cerebral.

Manter uma dieta equilibrada, moderar o consumo de álcool e controlar a pressão sanguínea são recomendações fundamentais para reduzir o risco de demência, conforme ressaltado pelos especialistas em saúde.

Estudos anteriores já haviam indicado que a atividade física, uma dieta mediterrânea, consumo moderado de vinho e produtos lácteos podem contribuir para retardar ou prevenir a demência e o declínio cognitivo.

Para aprofundar ainda mais essa conexão entre saúde cerebral e laticínios, a equipe analisou dados de mais de 1,5 mil participantes em Tóquio, com idade igual ou superior a 65 anos, investigando seus hábitos alimentares e saúde.

Os resultados, publicados no jornal Nutrients, revelaram que os participantes que incluíam queijo em suas dietas tinham menos probabilidade de apresentar uma função cognitiva desfavorável, com uma média de pontuação superior nos testes realizados.

Além disso, aqueles que consumiam queijo também mostraram ter um Índice de Massa Corporal (IMC) e pressão sanguínea mais baixos, uma marcha mais ágil e uma dieta mais variada. No entanto, foi observado que eles apresentavam maiores níveis de colesterol e açúcar no sangue.

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Conforme Petry, a fábrica de produtos lácteos será ampliada em mil metros quadrados. Além disso, receberá significativa inovação tecnológica na automatização da produção. Estão sendo adquiradas novos equipamentos com alta tecnologia que, entre outras coisas, farão o carregamento automatizado dos lácteos.

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