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8 nov 2026
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Pesquisas sobre o funcionamento do cérebro indicam que alimentos muito apreciados podem estimular mecanismos ligados à sensação de prazer e à busca por recompensas, sistemas que também participam das respostas provocadas por substâncias psicoativas.
Uma fatia de queijo pode despertar aquela vontade de repetir, mas o motivo vai além do sabor.
Uma fatia de queijo pode despertar aquela vontade de repetir, mas o motivo vai além do sabor.

Uma fatia de queijo pode despertar aquela vontade de repetir, mas o motivo vai além do sabor.

Pesquisas sobre o funcionamento do cérebro indicam que alimentos muito apreciados podem estimular mecanismos ligados à sensação de prazer e à busca por recompensas, sistemas que também participam das respostas provocadas por substâncias psicoativas.

Essa semelhança, porém, não coloca o queijo na mesma categoria de drogas como a cocaína.

Os processos cerebrais envolvidos podem ter pontos em comum, mas isso não significa que os efeitos ou o potencial de dependência sejam equivalentes.

Um levantamento científico publicado em 2015 investigou quais comidas despertavam maior dificuldade de controle entre os participantes.

A pizza ficou entre os primeiros lugares da lista, enquanto o queijo, analisado separadamente, ocupou a décima posição em um total de 35 alimentos.

A combinação de gordura, sal e características do sabor pode ajudar a explicar por que alguns produtos são tão desejados.

Ainda assim, gostar muito de determinado alimento ou sentir vontade de consumi-lo com frequência não é suficiente para caracterizar um vício.

O prazer de comer e a dependência são fenômenos diferentes.

*Produzido pela eDairyNews, com informações publicadas por BossaNews Brasil 

 

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