Versões falsificadas de whey protein estão sendo vendidas clandestinamente. Saiba o que fazer para não cair no golpe.
whey
O whey protein falsificado pode estar contaminado com microrganismos.

O suplemento alimentar whey protein não escapou do destino dos produtos que fazem muito sucesso. Versões falsificadas do concentrado de proteínas estão sendo vendidas clandestinamente.

Além de não produzir os efeitos esperados, o whey protein pirata pode fazer muito mal à saúde. Desde 2022, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vem alertando para falsificações de suplementos.

Os produtos piratas costumam usar amido ou leite em pó para substituir o whey protein. Quando os shakes preparados com pó falsificado são ingeridos, o sabor é até parecido com os do suplemento verdadeiro. O preparado, no entanto, conterá mais carboidratos do que proteínas.

Outro problema é que o whey protein falsificado pode estar contaminado com microrganismos, pois não há como garantir a segurança necessária ao envase. Por fim, um outro risco considerável é que pessoas alérgicas ou com restrições alimentares ingiram sem saber alimentos que lhes fazem mal.

 

“Pessoas com diabetes podem, por exemplo, sofrer picos de glicemia após tomar uma substância falsificada”, aponta a nutricionista Janaina Porto Alegre, consultora da Probiotica, empresa que fabrica whey protein.

Como identificar whey protein falsificado?

A nutricionista Janaina Porto Alegre sugere que o consumidor eleja marcas e lojas de confiança para comprar seus suplementos. “Caso não tenha um fornecedor fixo, a pessoa pode pedir dicas aos profissionais de saúde que a acompanham”, aconselha.

Outra sugestão é conferir o site do fabricante para comparar as embalagens. Também é comum que as marcas tenham lacres e selos de segurança para evitar falsificações.

Além disso, após a ingestão das primeiras doses, o whey falsificado começa a dar sinais no corpo. “Os efeitos colaterais costumam ser inchaço, desconforto intestinal e alteração súbita do funcionamento do organismo. Se o indivíduo já usava whey em sua dieta e começa a sentir esses sintomas, deve se preocupar e buscar orientação especializada”, completa Janaina.

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Embora o vírus até agora não tenha mostrado nenhuma evidência genética de adquirir a capacidade de se espalhar de pessoa para pessoa, as autoridades de saúde pública estão monitorando de perto a situação da vaca leiteira como parte dos esforços gerais de preparação para a pandemia.

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