ESPMEXENGBRAIND
28 mar 2026
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🧀 Teste cego com especialistas revela a melhor mussarela e o TOP 3 nas prateleiras brasileiras, com foco em sabor, textura e derretimento.
Entre nove marcas avaliadas às cegas, especialistas elegem a melhor mussarela do mercado e destacam critérios decisivos.
Entre nove marcas avaliadas às cegas, especialistas elegem a melhor mussarela do mercado e destacam critérios decisivos.

Mussarela de supermercado pode parecer tudo igual — até você provar lado a lado.

Foi exatamente isso que um teste cego com especialistas revelou: diferenças claras de sabor, textura e desempenho que mudam completamente a experiência no prato.

A avaliação reuniu nove marcas de mussarela fatiada disponíveis no varejo brasileiro, analisadas sem identificação por nomes relevantes da gastronomia. Entre eles, Fellipe Zanuto, Luciano Nardelli, Pablo Inca e Rodrigo Rizzo, que julgaram critérios técnicos como derretimento, equilíbrio de sal, aroma e elasticidade.

A grande vencedora foi a marca Lac Lêlo, que se destacou pelo conjunto mais equilibrado. O sabor foi apontado como limpo e agradável, com textura consistente e excelente capacidade de derretimento — fator-chave tanto para o consumidor doméstico quanto para operadores gastronômicos.

Na segunda posição, a Scala apresentou perfil mais intenso, com sabor lácteo marcante e ótimo desempenho no forno. Já a Aviação completou o pódio, conquistando os avaliadores pelo aroma de leite e identidade sensorial bem definida.

O teste reforça uma percepção importante: mesmo em categorias consideradas “commodities” pelo consumidor, há espaço para diferenciação real. No caso da mussarela, atributos como funcionalidade culinária (derretimento e “puxe”) e equilíbrio sensorial são determinantes na escolha — e podem influenciar diretamente a recompra.

Dados da Embrapa indicam que a mussarela fatiada está entre os queijos mais consumidos no Brasil, consolidando seu papel no dia a dia, seja em sanduíches, pizzas ou preparações mais elaboradas. Essa versatilidade amplia a relevância do produto não só no consumo doméstico, mas também no food service.

Para o consumidor, a conclusão é prática: observar além do preço pode trazer ganhos reais de experiência. Já para a indústria e o varejo, o recado é mais estratégico — há valor em consistência, padronização e entrega funcional do produto final.

No fim, a escolha da melhor mussarela não é só sobre gosto. É sobre desempenho no uso real — aquele que começa na frigideira e termina no prato.

Escrito para o eDairyNews, com informações de Estadão

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