ESPMEXENGBRAIND
5 maio 2026
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5 maio 2026
Empresa completa transição energética nas 9 plantas com acordos e fontes diversas, reduzindo 37.299 t de CO2e ⚡
Mastellone
Estratégia iniciada em 2020 culmina em matriz solar, eólica e hídrica para toda a operação 🏭

A Mastellone Hnos. passou a operar com 100% de energia renovável nas nove plantas industriais, consolidando uma mudança estrutural na forma como abastece sua operação elétrica.

O movimento redefine a energia como variável operacional central, sustentada por contratos e diversificação de fontes.

O avanço não foi abrupto. A empresa estruturou uma transição por etapas iniciada em 2020, quando 28% do consumo passou a ser renovável. Em outubro de 2024, esse percentual chegou a 63% a partir de um acordo com a MSU Green Energy, com fornecimento solar do parque Pampa del Infierno, no Chaco.

Em dezembro do mesmo ano, um novo contrato com a Pampa Energía, baseado em energia eólica gerada em Bahía Blanca, elevou o nível a 80%. O fechamento para 100% ocorre com fornecimento hídrico da central El Chocón – Arroyito, também via acordo com a MSU.

O dado central não é apenas o percentual final, mas o mecanismo. A transição foi viabilizada por acordos sucessivos com diferentes geradores, permitindo ampliar a participação renovável sem interrupções operacionais. Esse desenho transforma a estratégia energética em uma decisão de abastecimento, apoiada em contratos, e não em mudanças pontuais ou isoladas.

Hoje, a matriz da empresa combina três fontes: solar, eólica e hidroelétrica. Essa composição diversificada atua como estrutura de estabilidade para o fornecimento, ao mesmo tempo em que reduz a dependência de uma única origem energética.

O alcance da mudança também é relevante: envolve os complexos industriais Pascual Mastellone, em General Rodríguez, e Victorio Mastellone, em Trenque Lauquen, além das plantas de Canals, Albariños, Leubucó, Mercedes, Villa Mercedes e Junín.

O impacto ambiental da decisão é mensurável. A empresa estima uma redução de 37.299 toneladas de CO2 equivalente nas emissões de gases de efeito estufa. Esse número converte a estratégia em indicador concreto de desempenho, integrando a agenda ambiental à gestão operacional.

A leitura que emerge é de um modelo baseado em progressão e contratos, com execução distribuída ao longo do tempo. A combinação de etapas, múltiplos fornecedores e fontes distintas permitiu escalar a transição até cobrir toda a operação industrial.

Mais do que o resultado final, o processo revela como a energia pode ser reorganizada dentro da cadeia produtiva sem ruptura, alinhando abastecimento, operação e métricas de desempenho.

 

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