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16 maio 2026
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🥤 Starbucks aposta em bebidas com até 35g de proteína e amplia a tendência de personalização nutricional no foodservice.
Nova linha da Starbucks Australia adiciona proteína ao café e aproxima indulgência, conveniência e nutrição em uma única bebida.
Nova linha da Starbucks Australia adiciona proteína ao café e aproxima indulgência, conveniência e nutrição em uma única bebida.

Café com proteína pode parecer exagero para alguns consumidores. Mas, para a Starbucks Australia, a combinação tem cara de futuro.

A rede lançou nacionalmente sua nova linha de espumas e leites proteicos, depois de testar o conceito em algumas unidades do país. Agora, clientes podem adicionar proteína a praticamente qualquer bebida do cardápio — de cafés gelados e chás até Frappuccinos e Matchas.

A novidade acompanha uma mudança clara no comportamento de consumo: o café deixou de ser apenas uma pausa do dia e passou a disputar espaço com snacks funcionais, bebidas energéticas e suplementos rápidos.

Segundo a Starbucks Australia, os clientes poderão personalizar bebidas com “Protein Cold Foam” ou “Protein-Boosted Milk”, criando combinações que unem sabor e alto teor proteico. Em alguns casos, as bebidas podem ultrapassar 35 gramas de proteína.

A empresa escolheu o pó proteico da marca UProtein como base da nova linha. A opção sem sabor e de origem láctea permitiu criar versões aromatizadas como vanilla, chocolate, caramelo, salted caramel, chai, matcha e morango.

Para o CEO da Starbucks Australia, Braeden Lord, o lançamento amplia o poder de personalização que já faz parte da experiência da marca.

“Estamos sempre buscando novas formas de inovar e dar mais opções aos nossos clientes”, afirmou o executivo ao anunciar a novidade.

Na prática, o movimento vai além do marketing fitness. Ele mostra como ingredientes proteicos — especialmente proteínas lácteas — estão migrando para categorias antes dominadas apenas por indulgência e sabor.

O café, nesse cenário, virou uma plataforma de conveniência premium. Um adicional de proteína custa entre US$ 1 e US$ 2 na Austrália, mas agrega percepção de funcionalidade, saciedade e valor nutricional à bebida.

A estratégia também reforça uma tendência global: consumidores querem produtos personalizados não apenas pelo sabor, mas também pelos benefícios que entregam.

E, ao que tudo indica, o clássico pedido de “extra caramelo” agora pode dividir espaço com uma nova pergunta no balcão: “quer adicionar proteína?”.

*Escrito para o eDairyNews, com informações de BeanScene

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