A adoção de tecnologias, como sistemas automatizados de ordenha e software de gestão de leite, têm sido fundamentais para melhorar a eficiência operacional e a produtividade das fazendas remanescentes.
A fazenda não vai para frente sem qualidade na recria, na gestão financeira, na reprodutiva, na qualidade do leite e em tantos outros aspectos.
A fazenda não vai para frente sem qualidade na recria, na gestão financeira, na reprodutiva, na qualidade do leite e em tantos outros aspectos.

Tecnificação e gestão eficiente estão entre os principais investimentos que os produtores têm feito para conseguir aumentar a produção de leite, ampliar a sua qualidade, além de reduzir os custos de produção em tempos de mão de obra escassa. “Neste negócio é preciso cuidar de muitos fatores.

A fazenda não vai para frente sem qualidade na recria, na gestão financeira, na reprodutiva, na qualidade do leite e em tantos outros aspectos. Na época dos nossos pais, eles trabalhavam de maneira braçal e, grande parte das vezes, o gerenciamento e a gestão acabavam ficando de lado, reduzindo a rentabilidade da propriedade”, compara o produtor João Vitor Secco.

Dia Internacional do Leite: em 10 anos, produtor mineiro aumenta em 1000% a produtividade com tecnificação na atividade ▶ – eDairyNews-BR

A constatação do jovem que sucede os pais e tios na gestão da Cabanha DS, em Vila Lângaro (RS), se reforça em números. No estado, a quantidade de produtores diminuiu 60,78% desde 2015, com mais de 51 mil deixando a atividade, de acordo com dados de 2023 da Emater-RS.

A produtividade de litros/vaca/dia, no entanto, seguiu em curva contrária, crescendo quase 40%. Essa tendência destaca a importância de investir em novas tecnologias e práticas de gestão para manter a viabilidade econômica das propriedades leiteiras.

A adoção de tecnologias, como sistemas automatizados de ordenha e software de gestão, têm sido fundamentais para melhorar a eficiência operacional e a produtividade das fazendas remanescentes. Os detalhes da proposta de João Vitor Secco serão expostos no maior evento de gestão voltada ao setor lácteo, o 11ª Interleite Sul, que acontece nos dias 18 e 19 de setembro, em Chapecó (SC).

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“Vamos trazer exemplos de produtores para inspirar e gerar insights ajudando a preparar, do ponto de vista estratégico, os técnicos, os produtores e as empresas atuantes no setor lácteo, sobre mudanças como a redução no número de propriedades e a profissionalização, falando ainda sobre como tornar a atividade atrativa para os trabalhadores, aumentando a produtividade da mão-de-obra”, explica Marcelo Pereira de Carvalho, coordenador geral da Interleite Sul.

Durante o evento, também serão discutidos temas como a aplicação de inteligência artificial na gestão das fazendas leiteiras, o impacto das mudanças climáticas na produção de leite e as oportunidades oferecidas pela produção sustentável e com baixo impacto ambiental. O objetivo é proporcionar uma visão abrangente e atualizada das tendências e desafios enfrentados pelo setor, promovendo a troca de experiências e conhecimentos entre os participantes.

Com a expectativa de reunir mais de mil profissionais do setor leiteiro em 23 palestras e encontros para networking, o Interleite Sul promete ser um ponto de encontro crucial para aqueles que buscam se atualizar e aprimorar suas práticas de gestão e produção.

A fazenda não vai para frente sem qualidade na recria, na gestão financeira, na reprodutiva, na qualidade do leite e em tantos outros aspectos.

Na época dos nossos pais, eles trabalhavam de maneira braçal e, grande parte das vezes, o gerenciamento e a gestão acabavam ficando de lado, reduzindo a rentabilidade da propriedade.

 

 

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Os produtores de leite no Brasil enfrentam incertezas com os preços em baixa e as importações. Na análise do secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul, Darlan Palharini, a recuperação da cadeia produtiva vai depender da melhoria nos custos de produção.

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