O queijo coalho de búfala e a ricota fresca da queijaria Tradição D’ Lourdes conquistaram os jurados e venceram com medalha de bronze nas duas categorias.
Queijo
“Esses prêmios engrandecem e nos enchem de orgulho por estarmos dando continuidade aos sonhos daqueles que já não estão mais entre nós, mas que sempre serão lembrados pelos seus esforços”
A queijaria Tradição D’Lourdes em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-AM), conquistou mais um destaque para o Distrito de Novo Céu – Zona Rural do Município de Autazes. Duas vezes campeã do concurso de melhor queijo do Amazonas, os produtores conquistaram medalha de bronze no 3º Mundial dos Queijos em São Paulo, nas categorias coalho de búfala e a ricota fresca.

Para uma das proprietárias do negócio, Arleane Figueiredo, os títulos são resultado de muitos desafios vencidos e de honra para os esforços dos avós que começaram o trabalho da queijaria nos anos 70. “Esses prêmios engrandecem e nos enchem de orgulho por estarmos dando continuidade aos sonhos daqueles que já não estão mais entre nós, mas que sempre serão lembrados pelos seus esforços”, disse.

Arlene é a quarta geração de uma família de criadores de búfalos e bovinos. O nome ‘Queijaria D’Lourdes’, que ganhou forma legal em 2019 com o selo de inspeção estadual, é uma homenagem à mãe Maria de Lourdes e fruto da assessoria do Sebrae Amazonas. O sítio São Sebastião, tocado pela família, tira 450 litros de leite por dia (de vaca e de búfala).

Além dos produtos premiados no concurso, a empresa apresentou outros queijos especiais que encantaram o grande público, com destaque para o queijo coalho com tucumã e o coalho com castanha-do-brasil.

Os queijos da propriedade são bi-campeões (2019 e 2022) do Concurso de Queijo Coalho realizado na Expoagro em Manaus. “Em 2019, o Sebrae nos convidou para mostrar nossos queijos em Araxá (MG).

Não concorremos, mas foi uma pena”, afirma ela. Arlene se refere ao 1º Mundial do Queijo no Brasil, um evento que nasceu para ser itinerante e que foi realizado no município mineiro com cerca de 800 queijos e lácteos na disputa. As duas últimas edições do Mundial foram em São Paulo.

Consta ainda no Instituto Nacional de Propriedade Industrial – INPI um pedido de registro dos queijos de Autazes como Indicação Geográfica, o que deve auxiliar a proteger e valorizar esse produto da gastronomia amazonense. O 3º Mundial do Queijo no Brasil ocorreu na última semana, entre os dias 11 e 15 de abril, no Teatro B32, na avenida Faria Lima, em São Paulo.

Destaque na Forbes

Na matéria divulgada pela Forbes Brasil, a queijaria de Autazes é destacada pela produção no “Coração da Amazônia” e revela o apoio do Sebrae-AM como incentivo para as participações no cenário nacional e as visibilidades conquistadas ao longo da consolidação do negócio.

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Nunca se deve deixar os queijos abertos dentro do refrigerador porque as propriedades frias, porém secantes, destes aparelhos não são boas para o produto.

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