Samsung, Nestlé e Petrobras lideram o ranking das marcas, resultado de uma pesquisa com mais de 4,5 mil pessoas entrevistadas em todo o país.
Enrique Rueda, VP de RH e Compliance da Nestlé, entre Wladimir Parada e Fabio Battaglia, da Randstad - marcas
Enrique Rueda, VP de RH e Compliance da Nestlé, entre Wladimir Parada e Fabio Battaglia, da Randstad
As 20 empresas mais reconhecidas pelos brasileiros como marcas empregadoras do mercado brasileiro foram premiadas nesta terça, 18, numa cerimônia realizada pela Randstad na Experience House.

Os três primeiros colocados são:

1 – Samsung, por ser financeiramente saudável e oferecer conteúdo de trabalho interessante.

Samsung foi a grande vencedora do Randstad Employer Brand Foto Marcos Mesquita
Fauze Diab, Diretor Sênior de RH da Samsung e Danilo Soares, Gerente Sênior de RH da Samsung, entre Wladimir Parada, Diretor Comercial da Randstad e Fabio Battaglia, CEO da Randstad

2 – Nestlé, por contribuir para a sociedade e promover um ambiente de trabalho agradável.

Nestlé ficou em segundo lugar no Randstad Employer Brand Foto Marcos Mesquita
Enrique Rueda, VP de RH e Compliance da Nestlé, entre Wladimir Parada e Fabio Battaglia, da Randstad

3 – Petrobras, por oferecer progressão de carreira e salário e benefícios atrativos.

Randstad Employer Brand Petrobras Foto Marcos Mesquita
Lilian Soncin, gerente executiva de RH da Petrobras, entre Wladimir Parada e Fabio Battaglia, da Randstad

Randstad Employer Brand é uma pesquisa realizada anualmente há 20 anos e no Brasil desde 2019. Neste ano, ouviu 173 mil pessoas e mapeou mais de 6 mil empresas de 32 países, que respondem por 75% da economia global. No Brasil, foram ouvidos mais de 4,5 mil estudantes, profissionais empregados e desempregados em todas as regiões do Brasil. É a partir da percepção dos talentos que o ranking é elaborado.

10 vencedoras do Randstad Employer Brand

Veja a lista completa das 20 top Love Brands:

1 – Samsung

2 – Nestlé

3 – Petrobras

4 – Mercedes-Benz

5 – Amazon

6 – Volkswagen

7 – Unilever

8 – Toyota

9 – Procter & Gamble

10 – Honda

11 – IBM Brasil

12 – Johnson & Johnson

13 – Bayer

14 – General Motors

15 – Banco do Brasil

16 – Embraer

17 – Heineken

18 – Meta

19 – Weg

20 – Mercado Livre

O estudo Randstad Employer Brand é um mergulho profundo em como os profissionais veem os empregadores, revela as melhores práticas, tendências e insights sobre o employer branding e pode ajudar as empresas a melhorar sua marca empregadora.

“Marca empregadora é a essência de como somos percebidos pelo mercado”, diz Fabio Battaglia, CEO da Randstad no Brasil. “O estudo pode trazer insights e tendências de mercado para adequar sua estratégia de atração de talentos e ter sucesso nesta estratégia.”

aspas fabio battaglia

Na edição deste ano, o estudo brasileiro teve novidades, incluindo dois pilares de impacto no dia a dia dos talentos: inteligência artificial e a equidade no trabalho. Para os talentos, os fatores mais importantes na escolha de um empregador são, pela ordem: progressão na carreira, salários e benefícios atrativos, ambiente de trabalho agradável, equidade e gestão sólida.

A pesquisa também mede a disposição dos profissionais sobre permanecer na empresa atual. 14% dos entrevistados mudaram de emprego no último semestre de 2023 e 32% tinham planos de mudar no primeiro semestre de 2024. Na Geração Z, esses números são maiores: 17% mudaram de emprego no ano passado e 37% pretendiam mudar neste ano. As principais razões para a troca de empregador são melhorar o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, remuneração muito baixa devido ao aumento do custo de vida e falta de oportunidade de crescimento profissional.

O estudo também mostra a estabilização do trabalho remoto, exercido por 17% de todos os profissionais e por metade entre aqueles com ensino superior. Os baby boomers são a geração que mais trabalha em casa (63%), mas as gerações mais jovens expressam o desejo de mais oportunidades de trabalho remoto, mas enfrentam resistência de seus empregadores.

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Os produtores de leite no Brasil enfrentam incertezas com os preços em baixa e as importações. Na análise do secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul, Darlan Palharini, a recuperação da cadeia produtiva vai depender da melhoria nos custos de produção.

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