Na Megaleite, que acontece em Minas Gerais, pequenos negócios do setor terão acesso a programas como Sebraetec e Juntos Pelo Agro.
ASN Nacional - Agência Sebrae de Notícias O setor leiteiro está presente em cerca de 99% dos municípios brasileiros e emprega mais de 4 milhões de pessoas. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
ASN Nacional - Agência Sebrae de Notícias O setor leiteiro está presente em cerca de 99% dos municípios brasileiros e emprega mais de 4 milhões de pessoas. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Sebrae estará presente na 19ª edição da Exposição Brasileira do Agronegócio do Leite (Megaleite)maior evento do setor na América Latina e que acontece de 11 a 15 de junho, em Belo Horizonte (MG).

No espaço “Casa do Leite: soluções do campo ao copo”, o participante vai conhecer o que o Sebrae oferece especificamente para o setor.

Com expectativa de movimentar R$ 200 milhões, a Megaleite vai reunir elos de toda a cadeia produtiva leiteira, e deve receber 70 mil visitantes.

O Sebrae levará para o evento as soluções e os produtos voltados para os pequenos negócios que trabalham ao longo da cadeia.

Os produtores de leite conhecerão as trilhas de capacitação on-line e as oportunidades do programa “Do Brasil à Mesa”, que apresenta produtos em uma grande vitrine virtual; a consultoria técnica subsidiada e especializada do Sebraetec, que trata de temas de média e alta complexidade, como melhoramento genético, por exemplo; as ferramentas e os canais de apoio focado na cadeia do leite – “Juntos pelo Agro”, programa nacional que prevê o atendimento de 3 mil produtores leiteiros neste ano.

Além disso, consultores do Sebrae Minas estarão disponíveis no evento para fornecer uma orientação mais direcionada.

A coordenadora de agronegócios e alimentos e bebidas do Sebrae Nacional, Cláudia Alves do Valle Stehling, explica que a instituição desempenha um papel crucial na transformação e fortalecimento da cadeia do leite no Brasil, oferecendo suporte técnico, consultoria e soluções inovadoras para os produtores.

“Oferecemos uma série de soluções para ajudar o produtor a se manter na atividade. É fundamental que eles compreendam a importância de investir tempo na gestão. Com isso, eles passam a identificar melhores oportunidades de compra e venda e de agregação de valor”, argumenta.

Hoje, o consumidor valoriza conhecer a origem dos produtos, como queijos com sabores únicos, por exemplo. Queremos que o produtor saia da margem de lucro apertada por litro de leite e alcance ganhos maiores com a agregação de valor na produção de diversos produtos.

Cláudia Alves do Valle Stehling, coordenadora de agronegócios e alimentos e bebidas do Sebrae Nacional

Nesse sentido, Cláudia comenta que é necessário que os produtores entendam os principais custos e as opções para reduzi-los. “É essencial que se organizem em grupos para obter condições mais vantajosas. Com as capacitações, o produtor começa a tratar sua propriedade como um empreendimento, um negócio.

A cadeia leiteira é uma atividade impactada pelo clima e pela economia, e precisa ser acompanhada de perto. A diferença nos ganhos do produtor pode estar nesses detalhes.”

O trabalho desempenhado pelo Sebrae vai ao encontro do cenário desenhado pelo governo federal. De acordo com projeções da Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura e Pecuária, para 2030, “permanecerão os produtores mais eficientes, que se adaptarem à nova realidade de adoção de tecnologia, melhorias na gestão e maior eficiência técnica e econômica”.

Setor em expansão

O setor leiteiro está presente em cerca de 99% dos municípios brasileiros e emprega mais de 4 milhões de pessoas, apontam dados da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite). O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de leite, com potencial para expandir.

A cadeia produtiva do leite é também a que mais gera empregos no país, além de movimentar em torno de R$ 170 bilhões por ano, com mais de 35 bilhões de litros produzidos anualmente em mais de 1 milhão de propriedades rurais, segundo dados de 2022 do governo federal.

“Juntos pelo Agro”, parceria Sebrae, CNA e SENAR, a cadeia do leite teve destaque no piloto que aconteceu em 4 estados (BA, GO, TO e PB). A previsão é atender pelo menos 10 mil produtores, de seis cadeias produtivas neste ano, só do setor leiteiro, há previsão de capacitar 3 mil produtores.

 

 

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Embora o vírus até agora não tenha mostrado nenhuma evidência genética de adquirir a capacidade de se espalhar de pessoa para pessoa, as autoridades de saúde pública estão monitorando de perto a situação da vaca leiteira como parte dos esforços gerais de preparação para a pandemia.

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