ESPMEXENGBRAIND
24 maio 2026
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🐃 Antes associada à alta gastronomia, a muçarela de búfala agora aparece em supermercados e lanches cotidianos.
✨ Cremosa, leve e versátil, a muçarela de búfala avança como opção premium entre os derivados lácteos.
✨ Cremosa, leve e versátil, a muçarela de búfala avança como opção premium entre os derivados lácteos.

A muçarela de búfala já não vive apenas nas tábuas sofisticadas ou nas saladas de restaurante.

Mais cremosa, mais úmida e cercada por uma aura de alimento “leve”, ela começa a ocupar um novo espaço: o da rotina comum do consumidor.

Nos supermercados brasileiros, o produto aparece cada vez com mais frequência — e não apenas nas versões premium. O avanço acompanha uma mudança de comportamento: consumidores procuram alimentos que entreguem sabor, praticidade e algum diferencial nutricional.

Produzida a partir do leite de búfala, a muçarela passa pelos processos de coagulação, aquecimento e filagem, quando a massa é esticada em água quente. O resultado é um queijo macio, delicado e normalmente conservado em soro, característica que ajuda a manter sua textura úmida.

Segundo a nutricionista Daniela Meira, uma das principais diferenças em relação à muçarela tradicional está justamente na composição do leite utilizado. A versão de búfala apresenta menor teor de lactose, além de mais cálcio e um perfil de gordura diferente.

No aspecto proteico, a diferença existe, embora não seja radical. Em média, a muçarela tradicional oferece entre 22 e 24 gramas de proteína por 100 gramas, enquanto a de búfala pode chegar a 24 ou 26 gramas.

A percepção de alimento mais “leve” também impulsiona o interesse do consumidor. Ainda assim, especialistas lembram que nenhum alimento, isoladamente, determina ganho ou perda de peso. O impacto depende do contexto geral da alimentação e da quantidade consumida.

Outro fator importante para a popularização é a versatilidade. A muçarela de búfala funciona bem em saladas, sanduíches frios, massas e pizzas, além de combinações com frutas e ervas frescas. Em preparações quentes, costuma ser adicionada no final para preservar textura e sabor.

Até o congelamento entrou na conversa doméstica. A recomendação é armazenar o produto sem o soro e bem embalado. Após descongelar, a textura pode mudar um pouco, mas ainda funciona bem em molhos, recheios e massas.

Mais do que uma tendência gastronômica, a muçarela de búfala parece refletir um movimento maior do mercado lácteo: produtos com identidade premium, atributos nutricionais e uso cotidiano ganhando espaço na mesa — e também nas estratégias da indústria.

*Produzido pela eDairyNews, com informações publicadas por Receitas

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