Resultado de 2023 do queijo italiano teve aumento de 5%
Parmigiano Reggiano
"Parmigiano Reggiano é um queijo DOP italiano"(foto: ANSA)
As empresas do tradicional queijo italiano Parmigiano Reggiano encerraram o ano de 2023 com um faturamento de consumo de 3,05 bilhões de euros, em comparação com os 2,9 bilhões de euros de 2022, representando um aumento de 5%.

O Consórcio de Proteção do Parmigiano Reggiano apresentou nesta terça-feira (26) os dados do setor.

O relatório econômico registra resultados positivos para as vendas totais em volume (alta de 8,4%), sustentadas, segundo os analistas, por um desempenho positivo das exportações (5,7%) e das vendas na Itália (10,9%).

A Itália representa 57%, com o varejo permanecendo como o principal canal, enquanto a parcela de exportação representa hoje 43%, com um crescimento de 5,7%.

Os resultados foram particularmente positivos nos Estados Unidos, o principal mercado estrangeiro para o produto de Denominação de Origem Protegida (DOP), mas também na Espanha, França e Austrália.

Em 2023, o número total de visitantes às queijarias da região foi de 170 mil, um aumento de 10% em relação a 2022.

Contribuiu para o resultado a realização de um evento que oferece aos entusiastas a oportunidade de visitar as queijarias participantes duas vezes ao ano e descobrir os segredos da produção. A edição de primavera (no hemisfério norte) de 2024 ocorrerá entre os dias 20 e 21 de abril.

Em 2023, os dois eventos realizados registraram 24,5 mil participantes, um aumento de 19,5% em relação a 2022.

“No futuro próximo, o Consórcio terá que investir cada vez mais no crescimento nos mercados estrangeiros, que representam o futuro de nossa DOP. Estamos passando por um momento de mudanças significativas, onde estão claramente se delineando as inevitáveis revoluções do futuro”, disse Nicola Bertinelli, presidente do Consórcio do Parmigiano Reggiano.

Entre elas, ele citou “o tema da sustentabilidade, a gestão dos custos de produção em um cenário de incertezas globais, a proteção na dimensão global dos mercados e dos acordos de livre comércio, e as novas sensibilidades dos consumidores”. (ANSA).

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