ESPMEXENGBRAIND
29 jul 2026
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🌾 Um setor que movimenta bilhões por ano descobre que o problema não estava na colheita, e sim no sistema por trás dela.
📊 A poucos meses de uma mudança que vai atingir o produtor rural, uma solução nascida dentro da porteira ganha força.
📊 A poucos meses de uma mudança que vai atingir o produtor rural, uma solução nascida dentro da porteira ganha força.

Goiânia, Brasil — As cooperativas agropecuárias brasileiras não são um detalhe da economia rural: são mais de mil organizações que, juntas, movimentam R$ 438,2 bilhões por ano e respondem por 53% de toda a produção nacional de grãos.

Apesar desse peso, boa parte delas ainda opera com sistemas de gestão genéricos — ferramentas pensadas para empresas comuns e depois adaptadas, à força, para uma realidade jurídica e contábil que não é comum: a cooperativista.

Foi para preencher essa lacuna que a SOLTERRA SOLUÇÕES INTELIGENTES S.A. desenvolveu o ST7 COOP, um ERP para cooperativas do agronegócio com inteligência artificial nativa e 27 módulos integrados. Segundo um levantamento conduzido junto a uma empresa americana de referência mundial em banco de dados e tecnologia empresarial, não existe hoje, no mundo, um software com o mesmo escopo.

A origem do projeto remonta a 1993, quando o CEO da SOLTERRA, Luis Carlos Crema, se deparou com um produtor rural que já não tinha mais nada para economizar na fazenda — a não ser reduzir a alimentação do próprio gado. “Eu soube que precisava criar uma ferramenta para ligar o que ele faz dentro da porteira até a saída da cooperativa”, relembra.

Essa ligação entre a produção individual e o resultado coletivo é hoje o núcleo do sistema: o chamado “ato cooperativo”, mecanismo que rastreia, para cada associado, a parcela exata que ele contribuiu para a cooperativa. Em sistemas genéricos, essa lógica — central na legislação cooperativista brasileira — precisa ser adaptada. No ST7 COOP, ela é o ponto de partida de toda a arquitetura.

O momento em que a ferramenta chega ao mercado não é aleatório. A partir de janeiro de 2027, entra em vigor a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que unifica o PIS e a Cofins e, pela primeira vez, insere o produtor rural no circuito de tributação. Sem um controle integrado entre produtor e cooperativa, a SOLTERRA estima perdas de R$ 265 mil para cada R$ 1 milhão transacionado.

“Se integrarmos do produtor rural até a cooperativa, só com a reforma tributária estamos falando de uma economia de cerca de 20% em tributos”, afirma Crema.

Além da automação fiscal, o ST7 COOP conta com inteligência artificial própria, batizada de IA-ST7, que permite ao gestor solicitar relatórios por comando de voz, automatizar cotações e projetar cenários de crescimento. Em uma das aplicações já registradas, a ferramenta analisou os dados de uma cooperativa com faturamento de R$ 5 bilhões e, ao simular uma trajetória até R$ 15 bilhões em três anos, indicou a construção de uma indústria de etanol como caminho possível.

“A cooperativa pode pedir ao sistema qualquer informação e ele responde. É uma inteligência que aprende com o negócio”, destaca o CEO da SOLTERRA.

Com 27 módulos que cobrem desde contabilidade cooperativa, CRM cooperativista e gestão de estoque até logística, comércio exterior e análise de crédito, o sistema pode ser implantado em servidores próprios ou em nuvem, e é compatível com diferentes bancos de dados. O ST7 COOP integra o portfólio da SOLTERRA SOLUÇÕES INTELIGENTES S.A., empresa do SOLTERRA GROUP.

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