ESPMEXENGBRAIND
3 jul 2026
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🇧🇷 O projeto nasceu em sala de aula e une criatividade, sabores e as cores da bandeira brasileira sem recorrer a corantes artificiais.
copa
⚽ A paixão pelo futebol ganhou forma em um queijo que será apresentado durante o Minas Láctea.

Enquanto a Copa do Mundo mobiliza torcedores em todo o país, um grupo de estudantes decidiu levar o espírito da competição para dentro da queijaria.

O resultado foi um queijo nas cores do Brasil, desenvolvido com verde, amarelo e azul obtidos exclusivamente por ingredientes naturais.

A criação surgiu entre alunos do curso superior de Tecnologia em Laticínios do Instituto de Laticínios Cândido Tostes (Epamig-ILCT), em Juiz de Fora. A proposta era produzir um queijo inspirado na bandeira brasileira sem utilizar corantes artificiais.

Cada camada recebeu um ingrediente diferente. O amarelo veio do maracujá, o verde do molho pesto e o azul foi obtido a partir do pó da flor clitória. A combinação não buscava apenas impacto visual, mas também um equilíbrio de sabores.

Segundo a professora Denise Sobral, o desafio começou no início do semestre, quando os estudantes foram incentivados a criar um queijo diferente. A coincidência entre a Copa do Mundo e a realização do Minas Láctea serviu de inspiração para transformar a ideia em um projeto prático.

O resultado, porém, não apareceu na primeira tentativa. As primeiras versões não apresentaram o efeito visual esperado, exigindo novos testes até que as camadas alcançassem a aparência desejada. Para a professora, quem já experimentou o queijo também se surpreendeu com a combinação de sabores.

Embora já apresente o formato característico, o queijo continua em processo de maturação. Durante esse período, o sabor seguirá evoluindo e a casca continuará se formando.

A expectativa é que o resultado final seja conhecido justamente durante o Minas Láctea, realizado nos dias 14, 15 e 16 de julho, período que coincide com a semana da final da Copa do Mundo.

Apesar da curiosidade despertada pela criação, o queijo não será comercializado. Desenvolvido como uma atividade em sala de aula, o produto ficará disponível apenas para degustação durante o evento, já que sua venda exigiria rotulagem e o cumprimento das exigências legais.

*Produzido pela eDairyNews, com informações publicadas por G1

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